quarta-feira, 4 de maio de 2011

Alô, inspiração?


Eu poderia me dedicar a escrever sobre qualquer assunto em evidência no momento.
Talvez, voltar a escrever sobre determinadas coisas me ajude a desenvolver o vocabulário, boa oratória e tudo mais. Mas hoje eu não quero falar do "óbvio". Não tô afim de falar sobre o Osama Bin Laden, nem sobre o Realengo, nem sobre Usinas Nucleares ou Terremotos e Tsunamis.
Estes são os temas das minhas próximas redações e não quero mesmo ter que surpreender meu professor hoje. Eu quero mesmo me convencer. Quero me convencer das minhas idéias, dos meus sentimentos, do meu momento.
Sinceramente hoje estou profundamente inspirada pra falar por mim mesma.
Faz muito tempo que não dou as caras por aqui. Também não tenho a intenção de que meu blog seja o "Sucesso Teen" da vez nem a "Revelação Precoce" do mundo corporativo.
Estou cansada. Cansada de fato. Nem tanto dos problemas, nem tanto da vida, nem tanto do todo. Mas eu estou cansada das pessoas. Elas só têm culpa. Homicídio culposo e ponto.
Também estou cansada do medo. Sujeito folgado que, sem pedir licença vai me invadindo quando quer e, quando quero expulsá-lo vem logo querendo jogar na minha cara que arrisco demais. Se não mando ele embora por uns momentos, ele tem a cara de pau de me chamar de covarde por simplesmente não enfrentá-lo. E nessas e outras minha vida vira uma luta cada dia. E nessas e outras eu sou quase um mistério. Mistério é a palavra! Eu não acho legal reclamar das coisas beleza?
Não acho legal ficar culpando nada nem ninguém.
Aliás, alguém sabe o que eu vim fazer aqui?
Ah tá. Isso tudo era pra dizer um "Oi" de forma preguiçosamente revoltada!

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